





Neste primeiro momento, o foco é compreender de verdade o que está por trás da sua dor: sua história, suas experiências, seus medos, suas crenças e a forma como seu corpo aprendeu a se proteger. Aqui, o objetivo é criar clareza — porque só assim o cuidado pode ser direcionado com precisão.

O corpo precisa reaprender que ele não está em perigo. Esse pilar trabalha, de forma gradual e segura, a relação com o próprio corpo, reduzindo a tensão e o estado constante de alerta. São práticas simples, respeitosas e sem exposição forçada, que ajudam o corpo a sair do modo defesa e voltar ao conforto.

Medo, culpa e autocobrança não desaparecem na força de vontade. Aqui, o trabalho é mudar a forma como você se relaciona com pensamentos, emoções e sensações — sem tentar controlá-los ou eliminá-los à força. Esse pilar traz mais leveza mental, menos ansiedade e mais presença.
Com mais segurança corporal e menos tensão mental, abre-se espaço para a reconexão. Esse pilar envolve práticas graduais de contato, sensorialidade e (quando necessário) orientação para a relação a dois — sempre respeitando limites e o ritmo de cada mulher. O foco não é “fazer dar certo”, mas sentir com segurança.

A transformação só é verdadeira quando ela cabe na vida que você vive. Neste pilar, o processo se volta para construir uma sexualidade possível, sustentável e alinhada aos seus valores, rotina e momento de vida. Sem pressão por padrões irreais. Sem comparação. Sem exigências externas.



Sim. Muitas mulheres que chegam até aqui já passaram por outras tentativas: terapia tradicional, exercícios, orientações ou práticas focadas em desempenho. E algumas continuam se sentindo travadas.
O método não parte da ideia de “fazer o corpo funcionar”. Ele trabalha a base da dificuldade: a segurança corporal e emocional. Por isso, mesmo quando outras abordagens não ajudaram, esse processo faz sentido.
Não. O processo não depende de você estar ou não em um relacionamento.
O foco inicial é a sua relação com o próprio corpo, com o toque e com a segurança interna.
Se existir um parceiro ou parceira, isso pode ser integrado no momento certo.
Se não houver, o trabalho ainda assim acontece, e faz diferença.
Não. Nada é imposto, forçado ou feito fora do seu limite.
O processo respeita o seu ritmo e acontece com cuidado.
Qualquer prática corporal ou proposta é construída junto com você, com explicação, consentimento e segurança.
Aqui, desconforto não é usado como ferramenta de avanço.
O tempo varia de mulher para mulher.
Algumas percebem alívio da tensão e mais clareza emocional já nas primeiras sessões. Outras precisam de mais tempo para que o corpo se sinta seguro e aberto novamente.
O foco não está em velocidade, mas em mudança sustentada. Sem recaídas causadas por pressa ou pressão.
O atendimento é 100% online.
As sessões acontecem por videochamada, em um ambiente confidencial e seguro.
Esse formato permite que você faça o processo do seu próprio espaço, com conforto e privacidade, mantendo a profundidade e o cuidado do acompanhamento terapêutico.